Tradicionalmente, trata-se do setor da filosofia e da religião, ou, como é costume chamá-lo, o setor da mente abstrata, em oposição ao setor três, o da mente concreta.
Plutão projeta uma poderosa energia nessa direção e canaliza a mente para realidades não habituais, para filosofias profundas, que transcendem as concepções estabelecidas ou aceitas. Manifesta sempre a necessidade de chegar ao mais fundo, à origem do conceito. Se está bem aspectado e se o indivíduo logra controlar uma força tão poderosa, pode vir a ser um grande pensador, um místico profundo ou um magnífico professor que nos leve a perceber aquilo que transcende o concreto. Necessidade de conhecer e de compreender o objetivo da vida. Expansão espiritual. Desejo de explorar os horizontes mais longínquos, na Terra ou para além desta. Pioneirismo e características exploratórias nos campos da filosofia, religião e misticismo. Se utiliza essa força de modo frutífero, o indivíduo pode aspirar ao atingimento de seus mais elevados ideais de iluminação e sabedoria, muito embora, de modo geral, precise desrespeitar certas crenças e opiniões fixas antes de começar a sentir-se satisfeito consigo mesmo.
Mal aspectado, tal coisa se transforma em subserviência em relação a determinadas crenças, religiões, ideologias obscuras e por vezes cruéis, práticas esotéricas em geral e rituais e magia negra em particular. Dogmatismo, fanatismo e uma tendência - que é quase uma urgência - de ensinar aos outros aquilo que a pessoa pensa ser a verdade. Nesse setor, o indivíduo deseja impor sua verdade, sem dar muita importância aos métodos. Tende a forçar os outros a "acreditarem" - evidentemente, para "seu próprio bem" ou para sua regeneração. Alguns livros dedicados ao tema dizem que se trata de uma posição característica dos inquisidores da Idade Média.
Afastamento do lugar de origem; a pessoa pode encontrar-se com seu destino no estrangeiro. Pode ocorrer também que o indivíduo se sinta "perdido" na vastidão do longínquo.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Plutão na casa 10, por Puiggros
Um planeta num ângulo sempre é poderoso, especialmente nesse setor do Meio-do-Céu, o ponto mais elevado do horóscopo, o mais alto que podemos atingir. Plutão, particularmente se está em conjunção com o MC, oferece um grande poder para obter-se aquilo que é indicado por essa casa. Prestígio, reconhecimento, êxito social e profissional estão ao alcance do sujeito.
A força de Plutão o empurra para cima e lhe fornece uma habilidade natural para atingir o ponto mais alto. Essa posição é encontrada em políticos, comerciantes, homens de negócios, líderes e, de modo geral, em todos aqueles que comandam a sociedade, aqueles que estão em posição superior. Plutão não entende de leis morais; é simplesmente poder que se manifesta e essa posição, e encontrada também nos ditadores e nos grandes especuladores. Trata-se de uma batalha de poder e pelo poder, e a pessoa almeja que ele seja total. Nessa posição, aliam-se a busca consciente de poder de Saturno - o regente natural da casa dez - e a compulsão inconsciente de Plutão nessa mesma direção. Contudo, as duas energias não operam da mesma maneira; Saturno tende a manter, a cristalizar as posições alcançadas, enquanto Plutão destrói constantemente, com o objetivo de transcender. Esse conflito desequilibra e conturba de tal maneira que se torna muito difícil para o indivíduo conservar os seus próprios valores, já que os transforma de maneira incessante.
Trata-se de uma posição de autoridade que, na melhor das hipóteses, desenvolve o senso de responsabilidade. Proporciona capacidade de liderança e atração magnética em relação ao público, mas colide inevitavelmente com outras pessoas que também estão convencidas de sua capacidade e autoridade. Esse indivíduo é amado ou odiado, mas dificilmente passa despercebido.
Se ele utiliza essas capacidades de forma negativa, é possível que destrua muitas pessoas em seu caminho rumo ao alto. Ambição e vocação imperiosa e desmedida de engrandecer-se e de dirigir. Extremismo e fanatismo social ou profissional. Ditador. Perdas repentinas da posição atingida. Falta de escrúpulos para conseguir o poder. Lutas dramáticas. Maquiavelismo.
Manifestam-se também um grande poder de regeneração e capacidade de eliminar a auto-suficiência que geralmente acompanha a conquista do poder.
É provável que um dos pais tenha sido muito dominador e permanece um sentimento de independência em relação a todos aqueles que ostentam uma situação de autoridade.
Segundo Manley P. Hall, todos os salvadores do mundo nasceram em Capricórnio, regente natural da casa dez. Hickey se refere a essa situação como à necessidade de entender o sentido de "busca primeiro o reino dos céus e todo o demais te será dado por acréscimo". E, nesse caso, esse "por acréscimo" inclui paz mental, abundância material e uma correta posição na vida.
A força de Plutão o empurra para cima e lhe fornece uma habilidade natural para atingir o ponto mais alto. Essa posição é encontrada em políticos, comerciantes, homens de negócios, líderes e, de modo geral, em todos aqueles que comandam a sociedade, aqueles que estão em posição superior. Plutão não entende de leis morais; é simplesmente poder que se manifesta e essa posição, e encontrada também nos ditadores e nos grandes especuladores. Trata-se de uma batalha de poder e pelo poder, e a pessoa almeja que ele seja total. Nessa posição, aliam-se a busca consciente de poder de Saturno - o regente natural da casa dez - e a compulsão inconsciente de Plutão nessa mesma direção. Contudo, as duas energias não operam da mesma maneira; Saturno tende a manter, a cristalizar as posições alcançadas, enquanto Plutão destrói constantemente, com o objetivo de transcender. Esse conflito desequilibra e conturba de tal maneira que se torna muito difícil para o indivíduo conservar os seus próprios valores, já que os transforma de maneira incessante.
Trata-se de uma posição de autoridade que, na melhor das hipóteses, desenvolve o senso de responsabilidade. Proporciona capacidade de liderança e atração magnética em relação ao público, mas colide inevitavelmente com outras pessoas que também estão convencidas de sua capacidade e autoridade. Esse indivíduo é amado ou odiado, mas dificilmente passa despercebido.
Se ele utiliza essas capacidades de forma negativa, é possível que destrua muitas pessoas em seu caminho rumo ao alto. Ambição e vocação imperiosa e desmedida de engrandecer-se e de dirigir. Extremismo e fanatismo social ou profissional. Ditador. Perdas repentinas da posição atingida. Falta de escrúpulos para conseguir o poder. Lutas dramáticas. Maquiavelismo.
Manifestam-se também um grande poder de regeneração e capacidade de eliminar a auto-suficiência que geralmente acompanha a conquista do poder.
É provável que um dos pais tenha sido muito dominador e permanece um sentimento de independência em relação a todos aqueles que ostentam uma situação de autoridade.
Segundo Manley P. Hall, todos os salvadores do mundo nasceram em Capricórnio, regente natural da casa dez. Hickey se refere a essa situação como à necessidade de entender o sentido de "busca primeiro o reino dos céus e todo o demais te será dado por acréscimo". E, nesse caso, esse "por acréscimo" inclui paz mental, abundância material e uma correta posição na vida.
Plutão na Casa 11, por Puiggros
Com Plutão nesse setor - tradicionalmente denominado setor dos amigos -, existe um vínculo misterioso, secreto e às vezes doentio com as amizades. O extremismo do planeta rompe aquelas que poderiam constituir as barreiras de posição social, racial, idade ou sexo, e a amizade se desenvolve livremente sobre bases mais profundas, à margem de qualquer conveniência conjuntural ou inércia ambiental. Atração, repulsa, paixão, afeto e ódio, tudo cabe nessas relações, que, por um lado, roçam o genial e, por outro, o perigoso.
Entretanto, o aspecto separativo de Plutão, bem como sua característica de inevitabilidade, dá à amizade uma aparência de impessoalidade, levando a repetir-se o típico paradoxo plutoniano de significados aparentemente contraditórios: laços de amizade muito profundos e, ao mesmo tempo, conceituação do fato da amizade como algo universal e exterior à própria pessoa.
Essa dualidade de envolvimento profundo e distanciamento absoluto é ótima para todos aqueles que trabalham com ciências sociais, para os psicólogos e sociólogos, uma vez que esses profissionais aliam o interesse pelos outros a uma neutralidade científica que os capacita a emitir julgamentos justos.
Se Plutão está muito aflito e pouco controlado, o sujeito se torna extremamente independente e até mesmo claramente anti-social.
Por oposição à quinta casa, a criatividade do indivíduo - e, por conseguinte, seus projetos - pode ser encontrada em situações limítrofes ou de extrema dificuldade, dado o nível de profundidade que pretende alcançar. No entanto, caso consiga controlar o processo, atingirá graus de inovação, originalidade e inventividade pouco habituais.
Para esse indivíduo, os amigos são muito importantes: influenciam-no muito e podem ajudá-lo a conhecer-se. Ou, pelo contrário, se os escolheu mal, ele pode deparar-se com relações e situações pouco ortodoxas e com rupturas inevitáveis.
Manifesta uma necessidade compulsiva de ser aceito e amado pelos outros. Se utiliza de forma adequada essa energia, o indivíduo pode transformar-se em amparo e em alegria para seus amigos e para a humanidade. Membro ativo' em grupos de ação altruísta. Mal aspectado, e por reação, é o típico "lobo solitário".
Seu interesse recai sobre o futuro, sobre operações ideais e realizáveis a médio ou a longo prazo; com isso, ele freqüentemente negligencia o presente.
Crises em suas esperanças, desejos e ideais, decorrentes de causas que escapam ao controle da pessoa. Nesse setor, Plutão "desperta" a verdade da natureza humana.
Entretanto, o aspecto separativo de Plutão, bem como sua característica de inevitabilidade, dá à amizade uma aparência de impessoalidade, levando a repetir-se o típico paradoxo plutoniano de significados aparentemente contraditórios: laços de amizade muito profundos e, ao mesmo tempo, conceituação do fato da amizade como algo universal e exterior à própria pessoa.
Essa dualidade de envolvimento profundo e distanciamento absoluto é ótima para todos aqueles que trabalham com ciências sociais, para os psicólogos e sociólogos, uma vez que esses profissionais aliam o interesse pelos outros a uma neutralidade científica que os capacita a emitir julgamentos justos.
Se Plutão está muito aflito e pouco controlado, o sujeito se torna extremamente independente e até mesmo claramente anti-social.
Por oposição à quinta casa, a criatividade do indivíduo - e, por conseguinte, seus projetos - pode ser encontrada em situações limítrofes ou de extrema dificuldade, dado o nível de profundidade que pretende alcançar. No entanto, caso consiga controlar o processo, atingirá graus de inovação, originalidade e inventividade pouco habituais.
Para esse indivíduo, os amigos são muito importantes: influenciam-no muito e podem ajudá-lo a conhecer-se. Ou, pelo contrário, se os escolheu mal, ele pode deparar-se com relações e situações pouco ortodoxas e com rupturas inevitáveis.
Manifesta uma necessidade compulsiva de ser aceito e amado pelos outros. Se utiliza de forma adequada essa energia, o indivíduo pode transformar-se em amparo e em alegria para seus amigos e para a humanidade. Membro ativo' em grupos de ação altruísta. Mal aspectado, e por reação, é o típico "lobo solitário".
Seu interesse recai sobre o futuro, sobre operações ideais e realizáveis a médio ou a longo prazo; com isso, ele freqüentemente negligencia o presente.
Crises em suas esperanças, desejos e ideais, decorrentes de causas que escapam ao controle da pessoa. Nesse setor, Plutão "desperta" a verdade da natureza humana.
Plutão na Casa 12, por Puiggros
Plutão, o planeta do oculto, do sutil e do misterioso, no setor doze - o setor da solidão, das grandes provas, do inconsciente e do místico -, de certa maneira pressupõe uma redundância.
Trata-se de uma posição difícil, em que a poderosa força do planeta se manifesta através de situações sobre as quais pouco sabemos e em relação às quais pouco podemos fazer.
Indica uma sensibilidade e uma profundidade extremas, bem como uma vida plena de experiências internas. Pode produzir um psiquismo desenvolvido e uma hipersensibilidade descontrolada.
Grandes períodos de autêntica solidão, desejados ou não, nos quais uma pessoa pode atingir até as raízes de seu próprio mistério, constituindo tal coisa, na melhor das hipóteses, um procedimento prévio e obrigatório para a própria ressurreição.
Esse indivíduo possui recursos, força ou poder ocultos; trata-se de uma grande reserva de energia que ele tem a possibilidade de concretizar ou não.
Nesse setor, Plutão indica grandes provas e experiências pouco comuns ou até mesmo fantásticas, de acordo com seu grande potencial.
Se está bem aspectado, fornece ao indivíduo uma grande capacidade de compreensão e de compaixão em relação aos outros, coisa que, sem dúvida alguma, pode ser-lhe imprescindível para entender e para aceitar as provas a que será submetido. Como a casa doze é a casa dos inimigos ocultos"e das doenças crônicas, devem-se esperar, especialmente se Plutão está aflito, inimigos poderosos e maldosos e possivelmente uma perturbação interna, difícil de diagnosticar e de erradicar.
Essa posição é freqüentemente encontrada em artistas, poetas e em pessoas que, de uma maneira ou de outra, vivem separadas da sociedade.
Nessa casa, o lado mais elevado de Plutão se manifesta como desejo de ser um canal através do qual possa fluir a ajuda aos limitados e angustiados.
A vontade de auto-anulação e de auto-sacrifício, dirigida para o serviço da humanidade, traz consigo a sabedoria do aspecto positivo de Plutão nesse setor.
Mal utilizada, essa energia tende à autopiedade, à auto-recriminação e a uma tendência a ver em todas as circunstâncias a presença de conspirações contra a própria pessoa.
O inimigo secreto reside no próprio subconsciente, o depósito em que se acumulam todos os resíduos psicológicos; o indivíduo deve enfrentar as próprias falhas e tentações, a fim de evitar o sentimento de culpa.
Na casa doze, Plutão obriga a pessoa ao serviço e ensina que "serviço não é sacrifício", já que o conceito de sacrifício elimina o valor do serviço.
Trata-se de uma posição difícil, em que a poderosa força do planeta se manifesta através de situações sobre as quais pouco sabemos e em relação às quais pouco podemos fazer.
Indica uma sensibilidade e uma profundidade extremas, bem como uma vida plena de experiências internas. Pode produzir um psiquismo desenvolvido e uma hipersensibilidade descontrolada.
Grandes períodos de autêntica solidão, desejados ou não, nos quais uma pessoa pode atingir até as raízes de seu próprio mistério, constituindo tal coisa, na melhor das hipóteses, um procedimento prévio e obrigatório para a própria ressurreição.
Esse indivíduo possui recursos, força ou poder ocultos; trata-se de uma grande reserva de energia que ele tem a possibilidade de concretizar ou não.
Nesse setor, Plutão indica grandes provas e experiências pouco comuns ou até mesmo fantásticas, de acordo com seu grande potencial.
Se está bem aspectado, fornece ao indivíduo uma grande capacidade de compreensão e de compaixão em relação aos outros, coisa que, sem dúvida alguma, pode ser-lhe imprescindível para entender e para aceitar as provas a que será submetido. Como a casa doze é a casa dos inimigos ocultos"e das doenças crônicas, devem-se esperar, especialmente se Plutão está aflito, inimigos poderosos e maldosos e possivelmente uma perturbação interna, difícil de diagnosticar e de erradicar.
Essa posição é freqüentemente encontrada em artistas, poetas e em pessoas que, de uma maneira ou de outra, vivem separadas da sociedade.
Nessa casa, o lado mais elevado de Plutão se manifesta como desejo de ser um canal através do qual possa fluir a ajuda aos limitados e angustiados.
A vontade de auto-anulação e de auto-sacrifício, dirigida para o serviço da humanidade, traz consigo a sabedoria do aspecto positivo de Plutão nesse setor.
Mal utilizada, essa energia tende à autopiedade, à auto-recriminação e a uma tendência a ver em todas as circunstâncias a presença de conspirações contra a própria pessoa.
O inimigo secreto reside no próprio subconsciente, o depósito em que se acumulam todos os resíduos psicológicos; o indivíduo deve enfrentar as próprias falhas e tentações, a fim de evitar o sentimento de culpa.
Na casa doze, Plutão obriga a pessoa ao serviço e ensina que "serviço não é sacrifício", já que o conceito de sacrifício elimina o valor do serviço.
Livro: Plutão, por Puiggros
PLUTÃO
Puiggros
Sendo o último planeta descoberto e oficialmente aceito como tal, Plutão representa o limite, o "círculo intransponível" da nossa consciência atual. Planeta que, por isso mesmo, incrementa a superação dos limites, sua influência é representada na Natureza por um processo a princípio marcado pela destruição: o da semente que precisa apodrecer antes de se transformar numa nova planta. Por essa razão, afirma-se que Plutão não cria, mas transforma, re-cria, pois só após um período de morte aparente ou simbólica é que ele franqueia o acesso a novos mundos, a novos projetos e realizações.
Nas tradições ocultistas, ele é o Dragão, o guardião que se posta no limiar dos mundos inferiores; na psicologia de Jung, representa o inconsciente coletivo, as energias primitivas, que precisamos domesticar se não quisermos que elas nos devorem. Sua característica mais notável é a fuga do normal, do habitual, para entrar no campo do extraordinário; daí decorre sua relação com tudo o que é fantástico, milagroso.
Planeta das decisões importantes, o Autor começa este seu livro contando como se decidiu a escrevê-lo e de que modo vieram à luz as informações necessárias para a conclusão desta obra, definida por ele próprio como "uma experiência plutoniana".
Novidades na minha biblioteca de Astrologia
1. "The Complete Node Book: Understanding Your Life's Purpose" Kevin Burk;
2. "Financial Astrology" David Williams
3. "Astrologia Gallica Book 24: Progressions and Transits" Jean-Baptiste Morin
4. "Progressed Aspects of Standard Astrology; The Easy Way to Calculate and Judge" Elbert Benjamine
5. "Lunar Nodes: Keys To Emotions and Life Experience" Diane Ronngren
6. "Astrology & Relationships" David Pond
7. "Planets in Synastry: Astrological Patterns of Relationships (The Planet Series)" E. W. Neville
8. "Astrology: A Language of Life; Volume I - Progressions" Robert P. Blaschke
2. "Financial Astrology" David Williams
3. "Astrologia Gallica Book 24: Progressions and Transits" Jean-Baptiste Morin
4. "Progressed Aspects of Standard Astrology; The Easy Way to Calculate and Judge" Elbert Benjamine
5. "Lunar Nodes: Keys To Emotions and Life Experience" Diane Ronngren
6. "Astrology & Relationships" David Pond
7. "Planets in Synastry: Astrological Patterns of Relationships (The Planet Series)" E. W. Neville
8. "Astrology: A Language of Life; Volume I - Progressions" Robert P. Blaschke
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