Nesse setor, o trabalho sutil e oculto de Plutão afeta a mente e o sistema nervoso, assim como, em geral, tudo aquilo que entendemos por comunicação. A ambivalência do planeta, unida à clássica dualidade desse setor, provoca mudanças drásticas nas atitudes mentais do indivíduo.
Plutão obriga a pessoa a penetrar nas regiões mais obscuras da mente e a transcender intensamente o habitual, coisas que lhe conferem uma maneira de pensar singular, às vezes genial e quase sempre obsessiva. Presença de intensos torvelinhos mentais e tendência à depressão e a pensamentos negativos.
Nesse setor, é muito poderosa a tendência plutoniana de tornar consciente tudo o que é inconsciente. Essa compulsão de mergulhar no oculto de si mesmo e dos outros, de revelar o que descobriu, condena, de modo geral, o indivíduo a experimentar uma constante insatisfação mental, decorrente da dificuldade de tentar comunicar aos outros essas impressões e percepções profundas e, além disso, de faze-lo no mesmo nível de profundidade no qual esse indivíduo atua.
Para seu equilíbrio nervoso, deve comunicar-se com as outras pessoas e, se não pode fazê-lo de forma comum, deve tentá-lo por meio da escrita ou de qualquer outro meio. Necessita expressar seus sentimentos para poder eliminá-los de sua memória.
De mente clara e atilada, pode, por reação, passar para o lado contrário e transformar-se num charlatão muito hábil na arte de enganar os outros. Astucioso e embusteiro.
Pode gerar o tipo versátil que produz um bom vendedor, locutor ou professor dotado de uma boa habilidade oratória.
Se outros fatores do mapa o apóiam, pode "transcender" e possuir algum tipo de percepção extra-sensorial.
Mal aspectado, existe a possibilidade de alguma "perturbação" mental.
É possível que se expresse de forma autoritária e irritante ao falar ou que seja fanático em suas idéias, assim como, por outro lado, que apresente uma tendência a falar sobre a morte, o trágico, o elevado e sobre qualquer coisa oculta.
Em outro nível, pode não ter irmãos e, caso esteja muito aflito, talvez indique que esses irmãos são ilegítimos.
Separações do ambiente. Possíveis problemas de circulação. Em caso de amputação de um membro, é provável que ocorra a do dedo mínimo, o de Mercúrio.
Autores de literatura sensacionalista (desnudar o culto). Autores ocultos (com pseudônimo) e acerca do
oculto e, de modo especial, críticos com uma boa dose de sátira, sarcasmo e cinismo.
Esta posição é freqüente em curandeiros que agem por "imposição das mãos".
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Plutão na Casa 4, por Puigross
A cruz cardeal é a mais dinâmica do zodíaco e a casa quatro é a base dessa cruz, assim como a base de todo o tema e, por definição, a base, os alicerces, do indivíduo representado pelo horóscopo.
Trata-se do atávico, das raízes do ser, daquilo que liga o indivíduo com seu passado; é o código genético herdado de seus pais, sua árvore genealógica. É a meianoite do mapa, a obscura origem de tudo aquilo que uma pessoa é; em suma, para defini-lo de alguma maneira, constitui a alma do indivíduo.
Esse setor, entendido como base, nos indica a estabilidade -ou a instabilidade do indivíduo. Os fundamentos internos de seu caráter e as energias ocultas que nele operam.
Não deixa de ser interessante o fato de que essa casa, cujo simbolismo é análogo ao de Câncer - as águas nas quais tem origem a vida -, assinale tradicionalmente "a última parte da vida", como pode ser lido na maioria dos manuais de astrologia. Talvez a explicação resida na dificuldade de desvelar os mitos que compõem a herança do indivíduo e que, psicologicamente, o vinculam a seu passado. Desse modo, somente quando toma plena consciência de sua realidade individualizada - sua realidade solar -, a pessoa tem condições de tornar objetivo o que nela é subjetivo - isto é, sua realidade lunar. A Lua é regente natural de Câncer e da casa quatro e, quando essa tomada de consciência tem lugar, a pessoa costuma, em geral, já ser idosa.
Entre suas características, Plutão apresenta também a de fazer aflorar aquilo que está oculto e, quando se situa nesse setor, incrementa ao máximo a busca do conhecimento interno.
A vida interior é enfatizada e a intensidade do planeta age sobre a sensibilidade, característica de Câncer e desse setor, elevando-a de modo acentuado; em muitas ocasiões esse fato se traduz no desenvolvimento, controlado ou não, de habilidades mediúnicas, clarividência, adivinhação e outras condutas próprias das pessoas sensitivas.
Essa habilidade para penetrar na mente inconsciente gera, por outro lado, intensas crises emocionais e uma forte instabilidade, que se traduz geralmente numa busca, às vezes compulsiva, de paz emocional. Desejo de ter um lar cheio de amor e de segurança, no qual seja possível descansar, regenerar-se e exercer controle sobre todas as coisas ao redor.
Nessa casa, Plutão indica que a sensibilidade, os sentimentos e os vínculos com o ancestral - o herdado, o conceito de "onde viemos" - constituem aquilo que deve ser reorientado. Plutão facilita essa tarefa regeneradora e, caso esta não ocorra, nos nega, no local em que está situado, aquilo que mais desejamos.
Plutão leva a uma modificação do conceito tradicional de lar: os limites da família logo se tornam acanhados, o "lar" pode ser encontrado em qualquer lugar e a "família", junto a qualquer pessoa ou em qualquer ambiente.
O conceito de nutrição e o de mãe são inerentes ao significado de Câncer e da casa quatro; a este respeito, Plutão pode assinalar uma forte dependência em relação aos pais e, de modo especial, em relação à mãe. Com referência a isso, diz Liz Greene: "Parece, com freqüência, que o vínculo seja estabelecido com sua mãe, mas, por trás desta, se esconde a Grande Mãe". Greene se refere ao mundo, à Terra, e lhe dá o nome de corpo da mãe. Novamente aparece o laço de união com o ancestral, com a origem, com o nosso passado. E Plutão na casa quatro obriga a estabelecer esse contato.
Em outra ordem de coisas, Plutão na casa quatro pode indicar significativas tensões no âmbito familiar, prematura separação da família e desagregação, real ou simbólica, desta última. Mudanças de residência. Destruição do lar por causas naturais.
Trata-se do atávico, das raízes do ser, daquilo que liga o indivíduo com seu passado; é o código genético herdado de seus pais, sua árvore genealógica. É a meianoite do mapa, a obscura origem de tudo aquilo que uma pessoa é; em suma, para defini-lo de alguma maneira, constitui a alma do indivíduo.
Esse setor, entendido como base, nos indica a estabilidade -ou a instabilidade do indivíduo. Os fundamentos internos de seu caráter e as energias ocultas que nele operam.
Não deixa de ser interessante o fato de que essa casa, cujo simbolismo é análogo ao de Câncer - as águas nas quais tem origem a vida -, assinale tradicionalmente "a última parte da vida", como pode ser lido na maioria dos manuais de astrologia. Talvez a explicação resida na dificuldade de desvelar os mitos que compõem a herança do indivíduo e que, psicologicamente, o vinculam a seu passado. Desse modo, somente quando toma plena consciência de sua realidade individualizada - sua realidade solar -, a pessoa tem condições de tornar objetivo o que nela é subjetivo - isto é, sua realidade lunar. A Lua é regente natural de Câncer e da casa quatro e, quando essa tomada de consciência tem lugar, a pessoa costuma, em geral, já ser idosa.
Entre suas características, Plutão apresenta também a de fazer aflorar aquilo que está oculto e, quando se situa nesse setor, incrementa ao máximo a busca do conhecimento interno.
A vida interior é enfatizada e a intensidade do planeta age sobre a sensibilidade, característica de Câncer e desse setor, elevando-a de modo acentuado; em muitas ocasiões esse fato se traduz no desenvolvimento, controlado ou não, de habilidades mediúnicas, clarividência, adivinhação e outras condutas próprias das pessoas sensitivas.
Essa habilidade para penetrar na mente inconsciente gera, por outro lado, intensas crises emocionais e uma forte instabilidade, que se traduz geralmente numa busca, às vezes compulsiva, de paz emocional. Desejo de ter um lar cheio de amor e de segurança, no qual seja possível descansar, regenerar-se e exercer controle sobre todas as coisas ao redor.
Nessa casa, Plutão indica que a sensibilidade, os sentimentos e os vínculos com o ancestral - o herdado, o conceito de "onde viemos" - constituem aquilo que deve ser reorientado. Plutão facilita essa tarefa regeneradora e, caso esta não ocorra, nos nega, no local em que está situado, aquilo que mais desejamos.
Plutão leva a uma modificação do conceito tradicional de lar: os limites da família logo se tornam acanhados, o "lar" pode ser encontrado em qualquer lugar e a "família", junto a qualquer pessoa ou em qualquer ambiente.
O conceito de nutrição e o de mãe são inerentes ao significado de Câncer e da casa quatro; a este respeito, Plutão pode assinalar uma forte dependência em relação aos pais e, de modo especial, em relação à mãe. Com referência a isso, diz Liz Greene: "Parece, com freqüência, que o vínculo seja estabelecido com sua mãe, mas, por trás desta, se esconde a Grande Mãe". Greene se refere ao mundo, à Terra, e lhe dá o nome de corpo da mãe. Novamente aparece o laço de união com o ancestral, com a origem, com o nosso passado. E Plutão na casa quatro obriga a estabelecer esse contato.
Em outra ordem de coisas, Plutão na casa quatro pode indicar significativas tensões no âmbito familiar, prematura separação da família e desagregação, real ou simbólica, desta última. Mudanças de residência. Destruição do lar por causas naturais.
Plutão na Casa 5, por Puigross
Em alguns aspectos, essa posição é semelhante à conjunção Plutão-Sol e, em outros, à conjunção Plutão-Leão.
O indivíduo sofre crises de identidade e oscila de um extremo ao outro, da mais profunda vacuidade - o sentimento absoluto de não ser nada - à mais cega arrogância e pretensão.
O conhecido monólogo "ser ou não ser", de Shakespeare, é um exemplo adequado da elevada especulação filosófica de Plutão nesse setor. O desejo de manifestação, de prolongação de si mesmo, característico do setor, adquire, com Plutão, uma combinação de sombra e luz. Tudo ou nada é a fórmula e esta se aplica a todos os campos, de especulação financeira ao romance amoroso. Essa manifesta capacidade de apostar tudo confere certa atitude dramática e, por vezes, grotesca e cínica, um magnetismo um tanto demoníaco, que atrai irresistivelmente os outros. De alguma maneira, é deixado claro o fato de que o indivíduo é capaz de "criar", já que está disposto a "morrer".
Esse desejo concentrado na própria prolongação oferece um intenso caudal criativo, que pode expressar-se através de qualquer método: cinema, teatro, dança, belas-artes etc.
Sua dualidade lhe permite direcionar-se para qualquer coisa, desfrutar de tudo, do mais sórdido ou ridículo ao mais sublime ou sofisticado. Geralmente participa simultaneamente de várias dessas qualidades ou de alguma outra, pouco comum.
Plutão é o regente de Escorpião e da casa oito e simboliza a energia sexual, a serpente Kundalini adormecida na base da coluna vertebral. Quando essa energia, que permite procriar, se situa no setor cinco, pode ser utilizada de forma construtiva nas próprias obras, os filhos da mente, através de um controle e de um enfoque dessa energia para um elevado ponto de síntese.
Se, pelo contrário, a ênfase recai sobre o sexo, a energia plutoniana pode arrasar tanto o plano mental e emocional como o físico. Caso não seja utilizada com sabedoria, a energia sexual se torna perigosamente destrutiva.
Amores apaixonados que arrefecem de modo repentino; ou, em contrapartida, amores turbulentos, nos quais as relações de poder desempenham um papel importante. Laços afetivos perigosos. A idéia de risco, de desafio, se torna muito atraente e se associa à sensualidade e ao prazer. Mal aspectado, as relações podem assumir um caráter degradante; aberrações de todos os tipos.
Sempre extremo, esse tipo de indivíduo se casa com o primeiro amor ou mantém uma relação após a outra, senão várias ao mesmo tempo.
Pode ter muitos filhos ou não ter nenhum (acerca disso, é necessário ver os temas dos pais), embora a última alternativa seja mais freqüente. Se os tem, as relações com estes são complicadas ou pelo menos incomuns. Plutão está envolvido em grande parte de casos de aborto.
Plutão traz riquezas para a área em que se encontra, riquezas que podem ser perdidas se está mal aspectado.
O indivíduo sofre crises de identidade e oscila de um extremo ao outro, da mais profunda vacuidade - o sentimento absoluto de não ser nada - à mais cega arrogância e pretensão.
O conhecido monólogo "ser ou não ser", de Shakespeare, é um exemplo adequado da elevada especulação filosófica de Plutão nesse setor. O desejo de manifestação, de prolongação de si mesmo, característico do setor, adquire, com Plutão, uma combinação de sombra e luz. Tudo ou nada é a fórmula e esta se aplica a todos os campos, de especulação financeira ao romance amoroso. Essa manifesta capacidade de apostar tudo confere certa atitude dramática e, por vezes, grotesca e cínica, um magnetismo um tanto demoníaco, que atrai irresistivelmente os outros. De alguma maneira, é deixado claro o fato de que o indivíduo é capaz de "criar", já que está disposto a "morrer".
Esse desejo concentrado na própria prolongação oferece um intenso caudal criativo, que pode expressar-se através de qualquer método: cinema, teatro, dança, belas-artes etc.
Sua dualidade lhe permite direcionar-se para qualquer coisa, desfrutar de tudo, do mais sórdido ou ridículo ao mais sublime ou sofisticado. Geralmente participa simultaneamente de várias dessas qualidades ou de alguma outra, pouco comum.
Plutão é o regente de Escorpião e da casa oito e simboliza a energia sexual, a serpente Kundalini adormecida na base da coluna vertebral. Quando essa energia, que permite procriar, se situa no setor cinco, pode ser utilizada de forma construtiva nas próprias obras, os filhos da mente, através de um controle e de um enfoque dessa energia para um elevado ponto de síntese.
Se, pelo contrário, a ênfase recai sobre o sexo, a energia plutoniana pode arrasar tanto o plano mental e emocional como o físico. Caso não seja utilizada com sabedoria, a energia sexual se torna perigosamente destrutiva.
Amores apaixonados que arrefecem de modo repentino; ou, em contrapartida, amores turbulentos, nos quais as relações de poder desempenham um papel importante. Laços afetivos perigosos. A idéia de risco, de desafio, se torna muito atraente e se associa à sensualidade e ao prazer. Mal aspectado, as relações podem assumir um caráter degradante; aberrações de todos os tipos.
Sempre extremo, esse tipo de indivíduo se casa com o primeiro amor ou mantém uma relação após a outra, senão várias ao mesmo tempo.
Pode ter muitos filhos ou não ter nenhum (acerca disso, é necessário ver os temas dos pais), embora a última alternativa seja mais freqüente. Se os tem, as relações com estes são complicadas ou pelo menos incomuns. Plutão está envolvido em grande parte de casos de aborto.
Plutão traz riquezas para a área em que se encontra, riquezas que podem ser perdidas se está mal aspectado.
Plutão na Casa 6, por Puiggros
Com essa posição de Plutão, o indivíduo tem necessidade de sentir-se útil. Quer servir aos outros e às vezes isso se transforma num desejo obsessivo. Essa compulsão a prestar assistência tem algo de "reformador" e nem todas as pessoas estão dispostas a aceitar ou a apreciar esse tipo de ajuda. De modo geral, os indivíduos que manifestam essa necessidade acertam mais quando canalizam as forças reformadoras para sua transformação pessoal.
As relações com os superiores e com os subordinados algumas vezes são complicadas, tortuosas, quando não destrutivas.
Neste caso, a energia de Plutão se manifesta na área do cotidiano e pode provocar grandes desproporções entre a transcendência vital do planeta e o rotineiro e muitas vezes frívolo transcorrer da vida habitual. Percepção clara, de maneira intuitiva ou inspirada, da realidade cotidiana; tendência a beneficiar-se disso, ou seja, a explorar essa capacidade. Em casos muito aflitos, sadismo nas relações com o cotidiano, especialmente com os fracos, com os subordinados ou com aqueles que em geral nos prestam algum tipo de serviço. Forte tendência e capacidade de destruição nesse campo.
É possível que tudo o que foi dito se manifeste no âmbito do trabalho, levando o indivíduo a estar permanentemente desocupado, ou que, pelo contrário, se está bem aspectado, leve esse indivíduo a ser um trabalhador dedicado ou um líder operário voltado para a melhoria das condições de trabalho dos demais. Plutão representa grandes grupos, corporações, e, caso esteja situado nesse setor, a pessoa pode sentir-se submersa num ambiente materialista, onde predomina uma relação impessoal.
Os assuntos relacionados com a saúde ou com a doença podem constituir o instrumento adequado para produzir grandes transformações, a purificação e a regeneração dos próprios valores. Crises de saúde e excelente capacidade de recuperação. Excessos, extravagâncias e obsessões nesse domínio. Mal aspect ado, doente crônico.
De curandeiro a hipocondríaco, não lhe agrada a moderação. Possui a habilidade de ser um canal de cura. Medicina, psicologia e conselhos adequados podem constituir excelentes campos de trabalho. Além disso, se uma pessoa consegue esquecer-se de si mesma no serviço aos outros, não tem tempo para ficar doente e geralmente não fica.
Em mau aspecto, problemas intestinais e de eliminação, assim como perturbações nervosas e dificuldade no estabelecimento do diagnóstico.
Irritabilidade, crítica feroz, opiniões rígidas. Instabilidade e insegurança, que a pessoa não demonstra, mas que os outros notam.
As relações com os superiores e com os subordinados algumas vezes são complicadas, tortuosas, quando não destrutivas.
Neste caso, a energia de Plutão se manifesta na área do cotidiano e pode provocar grandes desproporções entre a transcendência vital do planeta e o rotineiro e muitas vezes frívolo transcorrer da vida habitual. Percepção clara, de maneira intuitiva ou inspirada, da realidade cotidiana; tendência a beneficiar-se disso, ou seja, a explorar essa capacidade. Em casos muito aflitos, sadismo nas relações com o cotidiano, especialmente com os fracos, com os subordinados ou com aqueles que em geral nos prestam algum tipo de serviço. Forte tendência e capacidade de destruição nesse campo.
É possível que tudo o que foi dito se manifeste no âmbito do trabalho, levando o indivíduo a estar permanentemente desocupado, ou que, pelo contrário, se está bem aspectado, leve esse indivíduo a ser um trabalhador dedicado ou um líder operário voltado para a melhoria das condições de trabalho dos demais. Plutão representa grandes grupos, corporações, e, caso esteja situado nesse setor, a pessoa pode sentir-se submersa num ambiente materialista, onde predomina uma relação impessoal.
Os assuntos relacionados com a saúde ou com a doença podem constituir o instrumento adequado para produzir grandes transformações, a purificação e a regeneração dos próprios valores. Crises de saúde e excelente capacidade de recuperação. Excessos, extravagâncias e obsessões nesse domínio. Mal aspect ado, doente crônico.
De curandeiro a hipocondríaco, não lhe agrada a moderação. Possui a habilidade de ser um canal de cura. Medicina, psicologia e conselhos adequados podem constituir excelentes campos de trabalho. Além disso, se uma pessoa consegue esquecer-se de si mesma no serviço aos outros, não tem tempo para ficar doente e geralmente não fica.
Em mau aspecto, problemas intestinais e de eliminação, assim como perturbações nervosas e dificuldade no estabelecimento do diagnóstico.
Irritabilidade, crítica feroz, opiniões rígidas. Instabilidade e insegurança, que a pessoa não demonstra, mas que os outros notam.
Plutão na Casa 7, por Puiggros
O indivíduo se projeta no complementar, descobrindo-se a si mesmo através do "não-eu". O ponto de consciência representado por Plutão se manifesta através do "outro", geralmente o cônjuge. É possível dizer que a pessoa encontra o destino por meio do companheiro, desse "outro".
Trata-se de uma situação delicada, que necessita do adequado sentido de equilíbrio entre o eu e todo o resto, simbolizado pelo cônjuge. Esse é o campo a partir
do qual o indivíduo projeta seus sentimentos mais ocultos, seus fantasmas mais desconhecidos, e, por essa razão,
é a área da vida onde é possível conhece-los, libertar-se deles e regenerar-se. As relações constituem o lugar no qual uma pessoa encontra algo, a energia plutoniana, que é mais forte, poderosa e inevitável que a própria vontade de decisão.
Nesse encontro com o poder, ocorre de a pessoa pensar que a única coisa que pode fazer é confiar no destino; essa impotência é sentida através do, e em relação com o "outro".
As circunstâncias e a maneira pela qual tal coisa se apresenta podem variar muito. Pode acontecer que o companheiro, por caráter ou em vista de circunstâncias, imponha um enfoque, um destino, acerca do qual o indivíduo nada possa fazer; pode ocorrer ainda que esse indivíduo, por sua estrutura psicológica, embora o deseje e procure pô-lo em prática, seja incapaz de alterar suas necessidades no que se refere a essa relação.
São enormes as variações oferecidas por Plutão na casa sete. Divórcio, triângulos amorosos, experiências de domínio ou de submissão, batalhas pelo poder, problemas sexuais, loucura ou morte do companheiro, sacrifício,problema e perturbações emocionais profundas. Fracassos.
Nesse setor, em que os laços pessoais são tão fortes, todos os encontros apresentam alguma turbulência e, quanto mais profundos são, menos se submetem ao nosso controle. Em função disso, as pessoas com Plutão na casa sete tendem a evitar envolver-se em relações profundas, mas, cedo ou tarde, deverão encontrar-se a si mesmas, refletidas no outro, e confrontar-se com seu destino.
Ao projetarmos no outro o nosso inframundo particular, o subconsciente, deixam de ter importância as características desse outro. Nós o vestimos com nossas emoções primordiais; o outro não é assim, mas, através do disfarce, percebemos como somos nós. Desse modo, essa pessoa adornada por nossas experiências patológicas se integra em nossa vida como amante, amiga ou companheira. Apresenta um encanto irresistível; quanto a nós, não somos livres, temos necessidade de nos encontrar com esse arquétipo enquanto ingrediente imprescindível de nossa experiência.
Nesse setor, Plutão ensina o desapego à "personalidade", a habilidade de ver os dois lados de uma questão e uma profunda compreensão do significado do Amor como princípio.
Pode significar uma união da qual a pessoa não consegue escapar, ou, pelo contrário, múltiplas uniões normalmente de caráter compulsivo. Tendências a passar para outrem a iniciativa, dependência em relação aos outros e também o comportamento oposto. O companheiro representa o lugar em que nos impomos aos demais. Paixão. Aflito, tendências destrutivas, sadomasoquismo. Tragédias.
Desejo compulsivo e inconsciente de procurar o companheiro "ideal". Uniões não convencionais ou ilegais e grandes períodos de solidão dentro da relação, decorrente da falta de compreensão com o companheiro. Plutão pode destruir tudo aquilo que se considera estável, aí incluída a tradicional frase da cerimônia matrimonial: "até que a morte os separe". E isso ocorre porque Plutão rege todos os tipos de morte.
Trata-se de uma situação delicada, que necessita do adequado sentido de equilíbrio entre o eu e todo o resto, simbolizado pelo cônjuge. Esse é o campo a partir
do qual o indivíduo projeta seus sentimentos mais ocultos, seus fantasmas mais desconhecidos, e, por essa razão,
é a área da vida onde é possível conhece-los, libertar-se deles e regenerar-se. As relações constituem o lugar no qual uma pessoa encontra algo, a energia plutoniana, que é mais forte, poderosa e inevitável que a própria vontade de decisão.
Nesse encontro com o poder, ocorre de a pessoa pensar que a única coisa que pode fazer é confiar no destino; essa impotência é sentida através do, e em relação com o "outro".
As circunstâncias e a maneira pela qual tal coisa se apresenta podem variar muito. Pode acontecer que o companheiro, por caráter ou em vista de circunstâncias, imponha um enfoque, um destino, acerca do qual o indivíduo nada possa fazer; pode ocorrer ainda que esse indivíduo, por sua estrutura psicológica, embora o deseje e procure pô-lo em prática, seja incapaz de alterar suas necessidades no que se refere a essa relação.
São enormes as variações oferecidas por Plutão na casa sete. Divórcio, triângulos amorosos, experiências de domínio ou de submissão, batalhas pelo poder, problemas sexuais, loucura ou morte do companheiro, sacrifício,problema e perturbações emocionais profundas. Fracassos.
Nesse setor, em que os laços pessoais são tão fortes, todos os encontros apresentam alguma turbulência e, quanto mais profundos são, menos se submetem ao nosso controle. Em função disso, as pessoas com Plutão na casa sete tendem a evitar envolver-se em relações profundas, mas, cedo ou tarde, deverão encontrar-se a si mesmas, refletidas no outro, e confrontar-se com seu destino.
Ao projetarmos no outro o nosso inframundo particular, o subconsciente, deixam de ter importância as características desse outro. Nós o vestimos com nossas emoções primordiais; o outro não é assim, mas, através do disfarce, percebemos como somos nós. Desse modo, essa pessoa adornada por nossas experiências patológicas se integra em nossa vida como amante, amiga ou companheira. Apresenta um encanto irresistível; quanto a nós, não somos livres, temos necessidade de nos encontrar com esse arquétipo enquanto ingrediente imprescindível de nossa experiência.
Nesse setor, Plutão ensina o desapego à "personalidade", a habilidade de ver os dois lados de uma questão e uma profunda compreensão do significado do Amor como princípio.
Pode significar uma união da qual a pessoa não consegue escapar, ou, pelo contrário, múltiplas uniões normalmente de caráter compulsivo. Tendências a passar para outrem a iniciativa, dependência em relação aos outros e também o comportamento oposto. O companheiro representa o lugar em que nos impomos aos demais. Paixão. Aflito, tendências destrutivas, sadomasoquismo. Tragédias.
Desejo compulsivo e inconsciente de procurar o companheiro "ideal". Uniões não convencionais ou ilegais e grandes períodos de solidão dentro da relação, decorrente da falta de compreensão com o companheiro. Plutão pode destruir tudo aquilo que se considera estável, aí incluída a tradicional frase da cerimônia matrimonial: "até que a morte os separe". E isso ocorre porque Plutão rege todos os tipos de morte.
Plutão na Casa 8, por Puiggros
Excelente capacidade para conseguir qualquer tipo de progresso, moral, mental ou espiritual. Recuperação, ressurreição. Busca da própria parte negativa, com a finalidade de destruí-Ia e de reconstruir o ego num nível mais elevado. De modo geral, mudanças drásticas nos valores emocionais aos quais a pessoa está ligada.
Em mau aspecto, é fácil o indivíduo escolher o caminho da degeneração e pode mesmo ocorrer que, para ele, esse seja o caminho que mais oportunidades de aprendizagem oferece.
Ninguém, senão ela própria, tem condições de auxiliar uma pessoa que apresente Plutão na casa oito a regenerar seus desejos. Tal indivíduo deve matar o antigo ego e renascer durante esta vida.
Essa casa, que tradicionalmente rege o oculto, constitui a entrada para a dimensão seguinte e mantém muitos vínculos com as experiências fora do corpo. Se há outros aspectos que o corroboram, possui uma natural habilidade para tudo o que diga respeito ao paranormal, à magia, à mediunidade, às vidências, aos estados alterados de consciência, assim como ao psiquismo e ocultismo em geral.
O poder e a vontade característicos de Plutão, ligados à misteriosa casa oito - sede natural do perseverante e maquiavélico Escorpião -, e levando-se em consideração que, nesse caso, Plutão está em seu domicílio, conduzem o indivíduo a atingir qualquer objetivo a que se proponha. -
É provável que use métodos pouco comuns - embora nem por isso menos científicos - e não necessariamente legais. Tendência a manipular e a usar os outros, assim como seu dinheiro, de acordo com os próprios valores, mediante a utilização de algum tipo de poder - financeiro, psicológico, sexual, oculto. Nada pode deter esse indivíduo, já que, por assim dizer, tem a morte por conselheira. É possível deduzir que os erros nesse campo de experiências costumam apresentar conseqüências fatais.
Ganhos advindos de heranças e, de modo geral, grande habilidade para beneficiar-se do dinheiro e dos recursos dos outros.
Fascínio pela morte e pela vida situada depois desta.
Se a energia de Plutão não é desperdiçada, trata-se de um indício de vida longa. Se, pelo contrário, essa energia é consumida desequilibradamente, implica rápida degeneração física.
De maneira geral, indica um final de vida pouco claro, dramático, talvez violento e, de certa forma, incomum.
Nesse setor, a fonte de energia representada por Plutão se expressa através da sexualidade. Por conseguinte, e nessa área que a pessoa tende a impor-se aos outros. Em mau aspecto, necessidade compulsiva de demonstrar constantemente às demais pessoas essa potência sexual. Crises e experiências difíceis nesse domínio. Por reação, celibato.
Em mau aspecto, é fácil o indivíduo escolher o caminho da degeneração e pode mesmo ocorrer que, para ele, esse seja o caminho que mais oportunidades de aprendizagem oferece.
Ninguém, senão ela própria, tem condições de auxiliar uma pessoa que apresente Plutão na casa oito a regenerar seus desejos. Tal indivíduo deve matar o antigo ego e renascer durante esta vida.
Essa casa, que tradicionalmente rege o oculto, constitui a entrada para a dimensão seguinte e mantém muitos vínculos com as experiências fora do corpo. Se há outros aspectos que o corroboram, possui uma natural habilidade para tudo o que diga respeito ao paranormal, à magia, à mediunidade, às vidências, aos estados alterados de consciência, assim como ao psiquismo e ocultismo em geral.
O poder e a vontade característicos de Plutão, ligados à misteriosa casa oito - sede natural do perseverante e maquiavélico Escorpião -, e levando-se em consideração que, nesse caso, Plutão está em seu domicílio, conduzem o indivíduo a atingir qualquer objetivo a que se proponha. -
É provável que use métodos pouco comuns - embora nem por isso menos científicos - e não necessariamente legais. Tendência a manipular e a usar os outros, assim como seu dinheiro, de acordo com os próprios valores, mediante a utilização de algum tipo de poder - financeiro, psicológico, sexual, oculto. Nada pode deter esse indivíduo, já que, por assim dizer, tem a morte por conselheira. É possível deduzir que os erros nesse campo de experiências costumam apresentar conseqüências fatais.
Ganhos advindos de heranças e, de modo geral, grande habilidade para beneficiar-se do dinheiro e dos recursos dos outros.
Fascínio pela morte e pela vida situada depois desta.
Se a energia de Plutão não é desperdiçada, trata-se de um indício de vida longa. Se, pelo contrário, essa energia é consumida desequilibradamente, implica rápida degeneração física.
De maneira geral, indica um final de vida pouco claro, dramático, talvez violento e, de certa forma, incomum.
Nesse setor, a fonte de energia representada por Plutão se expressa através da sexualidade. Por conseguinte, e nessa área que a pessoa tende a impor-se aos outros. Em mau aspecto, necessidade compulsiva de demonstrar constantemente às demais pessoas essa potência sexual. Crises e experiências difíceis nesse domínio. Por reação, celibato.
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