sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Plutão em Trânsito na Casa 12 Natal – A ruína


O trânsito de Plutão pela Casa 12 faz com que a pessoa mude as circunstâncias de sua vida porque durante este período é muito comum enfrentar uma situação especialmente penosa. Essa situação, geralmente faz mudar a consciência.

É um trânsito ambivalente, enfatiza a capacidade para realizar uma regeneração ou entrar em um processo de degradação espiritual. Isso é influenciado pela ação dos demais planetas sobre Plutão transitante.

Durante os períodos em que Plutão estiver pressionado, a pessoa pode envolver-se em intrigas ou relações secretas; ou, ainda, ser vítima de poderosos e cruéis inimigos ocultos. Nos casos mais radicais de pressionamento, existe a possibilidade de privação da liberdade, seja por motivos penais, seja por motivos de saúde, ou outros motivos. Mas, cabe ressaltar que isso só acontece em casos de raro pressionamento de Plutão e se houver essa predisposição no Mapa Natal.

De qualquer modo, durante este período, é necessário enfrentar aspectos da vida que se prefere ocultar e que agora estão acima do controle criando situações difíceis. Se a pessoa os enfrenta não sentirá culpa que é a principal arma nas mãos de seus inimigos. Tirando-lhes esta arma será menos vulnerável e eles deixarão de fustigar a vida.

Os "inimigos ocultos", que o arquétipo da Casa 12 comumente menciona, podem ser o símbolo de energias inconscientes, ocultas no passado. Podem ser relações que fracassaram, uma conduta ou sentimentos de culpa e a única maneira de desembaraçar-se deles é agindo com honestidade e franqueza, sem culpa.

Os momentos em que Plutão recebe boas influências são bons para desenvolver a meditação e desenvolver as faculdades psíquicas. Permite obter um profundo discernimento espiritual. É a força que destrói as ilusões do mundo e libera o espírito dos laços da identificação material.

Nos relacionamentos afetivos é especialmente importante ser honesto durante este período. Os relacionamentos em que faltam franqueza entre, um e outro, tendem a ser aniquilados por uma série forças inexplicáveis que surgem, concorrendo para que toda hipocrisia venha à tona. Os ardis tendem a não dar certo.

Apesar dos esforços, de ambas as partes, para que um relacionamento seja claro, por mais que se tente entender a outra parte com profundidade, sempre haverão áreas ocultas, não intencionais. Há uma tendência inconsciente de esconder algo, uma "tentação" latente em fazê-lo, uma espécie de perversão oculta que age sem que a pessoa perceba. Isso atrapalha muito a convivência, pois o oculto tende a revelar-se durante este trânsito e essa revelação causa impacto negativo na outra parte.

Mas se a pessoa conseguir dominar essas tendências negativas poderá desenvolver sobremaneira o seu caráter afetivo.